Abril232014
Cascavel é o nome genérico dado às cobras venenosas dos gêneros Crotalus e Sistrurus. As cascavéis possuem um chocalho característico na cauda, e estão presentes em todo o continente americano. Geralmente, refere-se mais especificamente à espécie Crotalus Durissus, cuja área de distribuição se estende do México à Argentina. A cascavel, por razões não bem entendidas, em vez de sair completamente de sua pele antiga, mantém parte dela enrolada na cauda em forma de um anel cinzento grosseiro. Com o correr dos anos, estes pedaços de epiderme ressecados formam os guizos que, quando o animal vibra a cauda, balançam e causam o ruído característico. Embora no conceito popular o número de anéis do guizo às vezes é interpretado como correspondente a idade desta cobra, isto não é correto, pois no máximo poderia indicar o número de trocas de pele. A finalidade do som produzido pelo guizo é de advertir a sua presença e espantar os animais de grande porte que lhe poderiam fazer mal. É uma ótima possibilidade de evitar o confronto.

Cascavel é o nome genérico dado às cobras venenosas dos gêneros Crotalus e Sistrurus. As cascavéis possuem um chocalho característico na cauda, e estão presentes em todo o continente americano. Geralmente, refere-se mais especificamente à espécie Crotalus Durissus, cuja área de distribuição se estende do México à Argentina. A cascavel, por razões não bem entendidas, em vez de sair completamente de sua pele antiga, mantém parte dela enrolada na cauda em forma de um anel cinzento grosseiro. Com o correr dos anos, estes pedaços de epiderme ressecados formam os guizos que, quando o animal vibra a cauda, balançam e causam o ruído característico. Embora no conceito popular o número de anéis do guizo às vezes é interpretado como correspondente a idade desta cobra, isto não é correto, pois no máximo poderia indicar o número de trocas de pele. A finalidade do som produzido pelo guizo é de advertir a sua presença e espantar os animais de grande porte que lhe poderiam fazer mal. É uma ótima possibilidade de evitar o confronto.

3PM
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becausebirds:

Black-capped Chickadee guarding the hoard.

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Black-capped Chickadee guarding the hoard.

(via wildography)

3PM
superbnature:

Easter’s Exultation by Synapped http://flic.kr/p/mz2XBV

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Easter’s Exultation by Synapped http://flic.kr/p/mz2XBV

(via naturesdoorways)

3PM
Chrysopelea, ou, mais comumente conhecida como a serpente voadora, é um gênero que pertence à família Colubridae . Estas cobras são levemente venenosas , embora sejam consideradas inofensivas porque a sua toxicidade não é perigosa para os seres humanos.  A sua gama é no Sudeste da Ásia (o continente , Maior e Menor Sundas , Maluku , e a Filipinas ), sul da China , Índia e Sri Lanka .
Planadores
 Chrysopelea é também conhecido sob seu atribuído nome comum “serpente voadora”. Ele desliza usando escalas suas cume ao longo de sua barriga,  empurrando áspera casca superfície de troncos de árvores, permitindo que ele se mova verticalmente para cima de uma árvore. Ao chegar ao fim do ramo de uma árvore, a serpente continua se movendo até a cauda oscila de final da sucursal.
 Em seguida, ele faz uma curva em forma de J, se inclina para frente para selecionar o nível de inclinação que pretende viajar para controlar a sua trajetória de vôo, bem como selecionar uma área de pouso desejado. Uma vez que se decide em um destino, impulsiona-se, empurrando seu corpo para cima e para longe da árvore, sugando em seu estômago, dilatando as suas costelas para transformar seu corpo em uma “asa côncava pseudo” tudo o que faz é um contínuo movimento de ondulação lateral,  paralelo ao solo  para estabilizar sua direção no meio do ar, a fim de pousar com segurança.
 
A combinação de sucção no estômago e fazendo um movimento de ondulação lateral, o ar torna possível para a cobra para deslizar no ar, onde também consegue poupar energia em comparação a viajar no solo e terrestres Dodge predadores delimitadas. 
  
A asa côncava que uma cobra cria em sugar seu estômago, achata o seu corpo para o dobro da sua largura da parte traseira da cabeça para o respiradouro anal, o que está próximo do fim da cauda da cobra, faz com que a secção transversal do da serpente corpo a assemelhar-se a secção transversal de um disco voador. 
 
Quando um disco gira e voa no ar, a concavidade concebido transversal provoca um aumento de pressão de ar sob o centro do disco, fazendo com que o disco de elevação para voar . Uma cobra move continuamente em ondulação lateral, para criar o mesmo efeito de pressão de ar maior debaixo de seu corpo arqueado para planar.
  
Serpentes voadoras são capazes de planar melhor do que esquilos voadores e outros animais deslizando, apesar da falta de membros, asas , ou quaisquer outros asa-como projeções, deslizando através da floresta e selva que habita com a distância ser tão grande quanto 100 metros.
  
O seu destino é principalmente previsto pela balística, no entanto, eles podem exercer algum em vôo de atitude de controle por “deslizar” no ar.
 A sua capacidade de deslizar tem sido objeto de interesse para os físicos e os Estados Unidos Departamento de Defesa nos últimos anos, e os estudos continuam a ser feitos sobre o que outros, mais sutis, fatores contribuem para seu vôo. De acordo com recente pesquisa realizada pela Universidade de Chicago, os cientistas descobriram uma correlação entre tamanho e capacidade de deslizamento, em que menores cobras voadoras eram capazes de deslizar longas distâncias na horizontal.

Chrysopelea é diurna, o que significa que eles caçam durante o dia, predando lagartos, rãs, pássaros e morcegos.

Chrysopelea, ou, mais comumente conhecida como a serpente voadora, é um gênero que pertence à família Colubridae . Estas cobras são levemente venenosas , embora sejam consideradas inofensivas porque a sua toxicidade não é perigosa para os seres humanos. 
A sua gama é no Sudeste da Ásia (o continente , Maior e Menor Sundas , Maluku , e a Filipinas ), sul da China , Índia e Sri Lanka .

Planadores


Chrysopelea é também conhecido sob seu atribuído nome comum “serpente voadora”. Ele desliza usando escalas suas cume ao longo de sua barriga,  empurrando áspera casca superfície de troncos de árvores, permitindo que ele se mova verticalmente para cima de uma árvore. Ao chegar ao fim do ramo de uma árvore, a serpente continua se movendo até a cauda oscila de final da sucursal.

 Em seguida, ele faz uma curva em forma de J, se inclina para frente para selecionar o nível de inclinação que pretende viajar para controlar a sua trajetória de vôo, bem como selecionar uma área de pouso desejado. Uma vez que se decide em um destino, impulsiona-se, empurrando seu corpo para cima e para longe da árvore, sugando em seu estômago, dilatando as suas costelas para transformar seu corpo em uma “asa côncava pseudo” tudo o que faz é um contínuo movimento de ondulação lateral,  paralelo ao solo  para estabilizar sua direção no meio do ar, a fim de pousar com segurança.

 

A combinação de sucção no estômago e fazendo um movimento de ondulação lateral, o ar torna possível para a cobra para deslizar no ar, onde também consegue poupar energia em comparação a viajar no solo e terrestres Dodge predadores delimitadas. 

  

A asa côncava que uma cobra cria em sugar seu estômago, achata o seu corpo para o dobro da sua largura da parte traseira da cabeça para o respiradouro anal, o que está próximo do fim da cauda da cobra, faz com que a secção transversal do da serpente corpo a assemelhar-se a secção transversal de um disco voador. 

 

Quando um disco gira e voa no ar, a concavidade concebido transversal provoca um aumento de pressão de ar sob o centro do disco, fazendo com que o disco de elevação para voar . Uma cobra move continuamente em ondulação lateral, para criar o mesmo efeito de pressão de ar maior debaixo de seu corpo arqueado para planar.

  

Serpentes voadoras são capazes de planar melhor do que esquilos voadores e outros animais deslizando, apesar da falta de membros, asas , ou quaisquer outros asa-como projeções, deslizando através da floresta e selva que habita com a distância ser tão grande quanto 100 metros.

  

O seu destino é principalmente previsto pela balística, no entanto, eles podem exercer algum em vôo de atitude de controle por “deslizar” no ar.

 A sua capacidade de deslizar tem sido objeto de interesse para os físicos e os Estados Unidos Departamento de Defesa nos últimos anos, e os estudos continuam a ser feitos sobre o que outros, mais sutis, fatores contribuem para seu vôo. De acordo com recente pesquisa realizada pela Universidade de Chicago, os cientistas descobriram uma correlação entre tamanho e capacidade de deslizamento, em que menores cobras voadoras eram capazes de deslizar longas distâncias na horizontal.

Chrysopelea é diurna, o que significa que eles caçam durante o dia, predando lagartos, rãs, pássaros e morcegos.

3PM

(Fonte: photodolphin, via wildography)

3PM
A jibóia (Boa constrictor) é uma serpente de médio ou grande porte, não-peçonhenta, da Família Boidae.
É uma cobra muito pacífica e extremamente lenta. Pode demorar até 1 hora para percorrer uma distância de 500 metros. Apesar de varias lendas citarem jibóias imensas, essa espécie geralmente não ultrapassa os 4 metros de comprimento. Seu peso pode atingir os 40 kg.
Essa serpente habita as Américas do Sul e Central, principalmente na Floresta Amazônica e nas florestas da Costa Rica. Nessas regiões existem por volta de 11 subespécies de jibóia. No Brasil é encontrada, além de na Amazônia, na Mata Atlântica, no cerrado, nas restingas, na caatinga e nos mangues.
As jibóias são carnívoras, em seu cardápio encontram-se aves e roedores de pequeno ou médio porte, lagartos grandes, outras serpentes e mamíferos de pequeno porte. Têm hábitos noturnos, mas eventualmente agem durante o dia. Como não possui peçonha (presa que inocula o veneno), a jibóia mata suas presas por constrição, ou seja, após o bote, no qual a serpente objetiva prender o animal, ela se enrola em torno da vitíma contraindo sua forte musculatura e a estrangula, causando a morte por sufocamento. Costuma engolir sua presa pela cabeça. Quando a presa é grande, a jibóia pode entrar em letargia, ou torpor, tempo no qual fica parada para digerir o alimento. O período de letargia pode durar semanas ou até meses.
As jibóias passam a maior parte do tempo em cima de árvores, o que as favorece na hora de caçar, como no caso das aves, que são mortas pela serpente enquanto dormem nos galhos das árvores.
A jibóia é vivípara, segundo alguns autores, pois ao contrário do que ocorre com as demais serpentes (ovíparas), os filhotes da jibóia, ao nascerem já estão completamente constituídos. Para outros autores, as jibóias são mesmo ovíparas, pois ainda que dentro do corpo da fêmea, existe um período de incubação durante a gestação.
De uma forma ou de outra, a gestação dura entre 5 e 8 meses, sendo que cerca de 50 filhotes nascem entre os meses de novembro e fevereiro. No Brasil existem duas subespécies de jibóia:
Boa constrictor constrictor – espécie pouco agressiva que vive principalmente no Nordeste e na região amazônica. Têm cor amarelada e é considerada de grande porte. (Forcart, 1960).
Boa constrictor amarali – um pouco mais agressiva, vive no sul e centro-oeste. Têm cor acinzentada e é considerada de menor porte. (Stull, 1932).

Essas serpentes procuram se afastar dos homens quando os encontra. Na tentativa de se defender, pode tentar assustar o inimigo silvando alto. É daí que surgem folclores como a do “bafo de jibóia”, que causaria feridas e/ou manchas na pele. Outro mito que envolve a jibóia é o de que usar a cabeça da serpente como colar, protege o sujeito de diversos males, pois “fecha o corpo” de quem o usa. Uma jibóia pode viver até 25 anos e pesar entre 35 e 40 kg.

A jibóia (Boa constrictor) é uma serpente de médio ou grande porte, não-peçonhenta, da Família Boidae.

É uma cobra muito pacífica e extremamente lenta. Pode demorar até 1 hora para percorrer uma distância de 500 metros. Apesar de varias lendas citarem jibóias imensas, essa espécie geralmente não ultrapassa os 4 metros de comprimento. Seu peso pode atingir os 40 kg.

Essa serpente habita as Américas do Sul e Central, principalmente na Floresta Amazônica e nas florestas da Costa Rica. Nessas regiões existem por volta de 11 subespécies de jibóia. No Brasil é encontrada, além de na Amazônia, na Mata Atlântica, no cerrado, nas restingas, na caatinga e nos mangues.

As jibóias são carnívoras, em seu cardápio encontram-se aves e roedores de pequeno ou médio porte, lagartos grandes, outras serpentes e mamíferos de pequeno porte. Têm hábitos noturnos, mas eventualmente agem durante o dia. Como não possui peçonha (presa que inocula o veneno), a jibóia mata suas presas por constrição, ou seja, após o bote, no qual a serpente objetiva prender o animal, ela se enrola em torno da vitíma contraindo sua forte musculatura e a estrangula, causando a morte por sufocamento. Costuma engolir sua presa pela cabeça. Quando a presa é grande, a jibóia pode entrar em letargia, ou torpor, tempo no qual fica parada para digerir o alimento. O período de letargia pode durar semanas ou até meses.

As jibóias passam a maior parte do tempo em cima de árvores, o que as favorece na hora de caçar, como no caso das aves, que são mortas pela serpente enquanto dormem nos galhos das árvores.

A jibóia é vivípara, segundo alguns autores, pois ao contrário do que ocorre com as demais serpentes (ovíparas), os filhotes da jibóia, ao nascerem já estão completamente constituídos. Para outros autores, as jibóias são mesmo ovíparas, pois ainda que dentro do corpo da fêmea, existe um período de incubação durante a gestação.

De uma forma ou de outra, a gestação dura entre 5 e 8 meses, sendo que cerca de 50 filhotes nascem entre os meses de novembro e fevereiro.
No Brasil existem duas subespécies de jibóia:

Boa constrictor constrictor – espécie pouco agressiva que vive principalmente no Nordeste e na região amazônica. Têm cor amarelada e é considerada de grande porte. (Forcart, 1960).

Boa constrictor amarali – um pouco mais agressiva, vive no sul e centro-oeste. Têm cor acinzentada e é considerada de menor porte. (Stull, 1932).

Essas serpentes procuram se afastar dos homens quando os encontra. Na tentativa de se defender, pode tentar assustar o inimigo silvando alto. É daí que surgem folclores como a do “bafo de jibóia”, que causaria feridas e/ou manchas na pele. Outro mito que envolve a jibóia é o de que usar a cabeça da serpente como colar, protege o sujeito de diversos males, pois “fecha o corpo” de quem o usa. Uma jibóia pode viver até 25 anos e pesar entre 35 e 40 kg.

10AM
7AM
6AM

Corallus caninus, conhecido popularmente como araramboia, arauemboia, boa, cobra-papagaio, jiboia-verde, periquitamboia ,araboia, boa-arborícola-esmeralda e píton-verde-da-árvore, é uma serpente amazônica de hábitos noturnos, considerada um dos mais exuberantes ofídios. Pertence à família dos boídeos, é não peçonhenta, com dentição áglifa. Sua medida pode ultrapassar mais de 1,50 metros de comprimento. A espécie possui ainda dorso verde com barras transversais branco-amareladas e região ventral amarela, mas podem ser encontrada na coloração verde ou também com pigmentações pretas.

Uma constritora (mata por sufocamento) que passa um grande período de tempo enrolada em troncos de árvores, ela alimenta-se basicamente de roedores, pequenas aves e répteis.

A cobra-papagaio consegue elevar sua temperatura e incubar os ovos, fazendo seu corpo tremer. Seus filhotes apresentam uma coloração avermelhada e podem caçar e comer sapos de árvores quase que imediatamente ao nascimento.

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