Maio132014
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Aurora - Southern Tas
 by Dylan Oswin


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Abril252014
2PM
No reino das cobras, é possível encontrar espécies e tipos variados de serpentes, dês das mais conhecidas até as que nunca ouvimos falar, uma dessas cobras é a Lachesis muta, mais conhecida como surucucu, surucutinga, surucucutinga, surucucu-de-fogo, surucucu-bico-de-jaca e cobra-topete, seu nome Lachesis muta é um nome cientifico recebido, mas seu nome mais comum é surucucu, eis que é uma cobra venenosa e também muito perigosa, ela é a maior cobra peçonhenta da América do Sul.
O nome “Surucucu” vem do tupi suruku’ku. “Surucucutinga” e “surucutinga” vêm do tupisuruku’kutinga, “surucucu branca”. Lachesis é uma referência a Láquesis, uma das três Moiras mitológicas gregas que decidiam o destino dos seres humanos e dos deuses,Muta (“muda” em latim) é uma referência ao fato de a surucucu vibra sua cauda, como a cascavel faz porem sem, no entanto, produzir o ruído que a cascavel é capaz de produzir.
Ela vive em florestas mais densas, e pode ser encontrada principalmente na Amazônia, mas existem fatos de que já ouve presença desse animal até mesmo em áreas mais isoladas, de resquícios de Mata Atlântica.
Em sua mesma espécie temos a Lanchesis muta rhombeata, que é uma surucucu porem sua única diferença é que ela é amarela com desenhos negros, e a mesma esta na lista dos animais ameaçados de extinção, uma dura realidade, onde os únicos culpados somos nós mesmos.

Há quem pense que só porque as cobras são animais peçonhentos animais perigosos, os mesmos tenham que ser mortos para eliminar o perigo, mas é ai que a maioria se engana, animais desses podem fazer uma enorme falta na natureza, e causar um desequilíbrio na fauna, vale lembrar também que se muitos desses bichos têm aparecido fora de seu habitat natural, é porque eles só estão tentando se proteger, ou fugir, de predadores ou até mesmo queimadas e coisas do tipo causadas pelo homem que destrói sua natureza, ou seja, os únicos culpados somos nós mesmos, e o melhor a fazer é se conscientizar e se informar sobre o respectivo assunto e é claro passar isso a diante para que esse erro deixe de ser cometido, pois se não pararmos, nos seremos os únicos culpados pela destruição da fauna e da flora mundial.

No reino das cobras, é possível encontrar espécies e tipos variados de serpentes, dês das mais conhecidas até as que nunca ouvimos falar, uma dessas cobras é a Lachesis mutamais conhecida como surucucu, surucutinga, surucucutinga, surucucu-de-fogo, surucucu-bico-de-jaca e cobra-topete, seu nome Lachesis muta é um nome cientifico recebido, mas seu nome mais comum é surucucu, eis que é uma cobra venenosa e também muito perigosa, ela é a maior cobra peçonhenta da América do Sul.

O nome “Surucucu” vem do tupi suruku’ku. “Surucucutinga” e “surucutinga” vêm do tupisuruku’kutinga, “surucucu branca”. Lachesis é uma referência a Láquesis, uma das três Moiras mitológicas gregas que decidiam o destino dos seres humanos e dos deuses,Muta (“muda” em latim) é uma referência ao fato de a surucucu vibra sua cauda, como a cascavel faz porem sem, no entanto, produzir o ruído que a cascavel é capaz de produzir.

Ela vive em florestas mais densas, e pode ser encontrada principalmente na Amazônia, mas existem fatos de que já ouve presença desse animal até mesmo em áreas mais isoladas, de resquícios de Mata Atlântica.

Em sua mesma espécie temos a Lanchesis muta rhombeata, que é uma surucucu porem sua única diferença é que ela é amarela com desenhos negros, e a mesma esta na lista dos animais ameaçados de extinção, uma dura realidade, onde os únicos culpados somos nós mesmos.

Há quem pense que só porque as cobras são animais peçonhentos animais perigosos, os mesmos tenham que ser mortos para eliminar o perigo, mas é ai que a maioria se engana, animais desses podem fazer uma enorme falta na natureza, e causar um desequilíbrio na fauna, vale lembrar também que se muitos desses bichos têm aparecido fora de seu habitat natural, é porque eles só estão tentando se proteger, ou fugir, de predadores ou até mesmo queimadas e coisas do tipo causadas pelo homem que destrói sua natureza, ou seja, os únicos culpados somos nós mesmos, e o melhor a fazer é se conscientizar e se informar sobre o respectivo assunto e é claro passar isso a diante para que esse erro deixe de ser cometido, pois se não pararmos, nos seremos os únicos culpados pela destruição da fauna e da flora mundial.

1PM
libutron:

wxlve:

Celestial Existence | by Scott Smorra

(Mt. Adams, Goat Rocks Wilderness, Washington)

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Celestial Existence | by Scott Smorra

(Mt. Adams, Goat Rocks Wilderness, Washington)

(via naturexplorer)

1PM
A Cascavel - Chifruda, serpente-cascavel-de-chifres (em Portugal), ou sidewinder (Crotalus cerastes) é uma pequena cascavel que vive em tocas, com cerca de 75 cm de comprimento. Habita zonas áridas e desérticas da região Sudoeste dos Estados Unidos da América e Nordeste do México.

A cascavel - chifruda atravessam areia solta utilizando um raro movimento ondulado com as laterais de seus corpos que deixa uma seqüência de trilhas como os degraus de uma escada de mão. As cobras passam as horas quentes do dia em tocas de camundongos enterradas na areia. Sua cor sarapintada de marrom tornam-nas criaturas com a metade do corpo coberta e difícil de serem vistas. Tarde da noite emergem e caçam roedores.

A Cascavel - Chifruda, serpente-cascavel-de-chifres (em Portugal), ou sidewinder (Crotalus cerastes) é uma pequena cascavel que vive em tocas, com cerca de 75 cm de comprimento. Habita zonas áridas e desérticas da região Sudoeste dos Estados Unidos da América e Nordeste do México.

A cascavel - chifruda atravessam areia solta utilizando um raro movimento ondulado com as laterais de seus corpos que deixa uma seqüência de trilhas como os degraus de uma escada de mão. As cobras passam as horas quentes do dia em tocas de camundongos enterradas na areia. Sua cor sarapintada de marrom tornam-nas criaturas com a metade do corpo coberta e difícil de serem vistas. Tarde da noite emergem e caçam roedores.

1PM
alice44:

The cruelest April Fool’s joke — grizzly bear trophy hunt (via John E Marriott’s Wildlife Photography Blog)

alice44:

The cruelest April Fool’s joke — grizzly bear trophy hunt (via John E Marriott’s Wildlife Photography Blog)

(via naturesdoorways)

1PM
Thamnodynastes pallidus é o nome científico da serpente também designada popularmente como Cobra-corre-campo, corre-campo, cobra-do-mato, corredeira e ubiraquá. É uma serpente opistóglifa, pelo que a sua mordedura pode ser, ou não, letal. Distribui-se amplamente pela América do Sul, incluindo a Guiana, Suriname, Guiana Francesa, nordeste do Brasil, Peru, Venezuela,Argentina, Colômbia e Bolívia. Chega a atingir um comprimento de 60 cm. O seu corpo é amarelo-bronzeado com duas linhas laterais escuras. As escamas apresentam uma borda negra.

Thamnodynastes pallidus é o nome científico da serpente também designada popularmente como Cobra-corre-campo, corre-campo, cobra-do-mato, corredeira e ubiraquá. É uma serpente opistóglifa, pelo que a sua mordedura pode ser, ou não, letal. Distribui-se amplamente pela América do Sul, incluindo a Guiana, Suriname, Guiana Francesa, nordeste do Brasil, Peru, Venezuela,Argentina, Colômbia e Bolívia. Chega a atingir um comprimento de 60 cm. O seu corpo é amarelo-bronzeado com duas linhas laterais escuras. As escamas apresentam uma borda negra.

1PM
birdsonly:


White Wagtail ~ Bachstelze ~ Motacilla alba
2014 © Jesse Alveo

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White Wagtail ~ Bachstelze ~ Motacilla alba

2014 © Jesse Alveo

(via naturesdoorways)

1PM
1PM
A Píton-Real (Python regius) é uma espécie de cobra do gênero python.
Também conhecidas como Python Ball são uma espécie de Python encontrada na África. Trata-se de uma espécie não venenosa que é a menor espécie de Python, e é bastante popular no comércio de animal de estimação devido a sua natureza calma. Isto também é devido ao seu tamanho relativamente pequeno e variedade de cores surpreendentes. Há bem mais de 100 diferentes cores e padrões de mutação de python ball e muito mais são produzidos a cada ano. Com uma variedade tão grande de cores e padrões que os criadores e colecionadores vão ao delírio!
geralmente não crescem a mais de 90 cm à 1,20 m de comprimento, embora haja registro de que alguns exemplares chegaram a 1,52 m centímetros e até mesmo 1,82 m, mas isso é muito raro. As fêmeas tendem a ser ligeiramente maiores que os machos. As Ball são bem encorpadas, enquanto a cabeça é relativamente pequena. As escalas são lisas e ambos os sexos têm esporões anais em ambos os lados da abertura ou orificio. Os machos possuem esporas maiores que as fêmeas, mais adiante será detalhado este assunto.
O padrão de cor é normalmente preto com feixes dos lados marrom ou dourado e manchas dorsais. O ventre é branco ou creme que pode ou não incluir espalhadas em preto. No entanto, os criadores, por meio de reprodução seletiva, desenvolveram Mutações Genéticas altenando assim cores e padrões.
Porque Python Ball? Ball ou Bola, refere-se a tendência do animal de se enrolar, como uma bola, quando está estressado ou com medo, enrolando-se de forma bastante apertada quando ameaçada, com a sua cabeça e pescoço escondido no meio. Neste estado, ela pode literalmente rolar. A python royal nome (do latim “regius”) é baseado em parte da história que Cleópatra supostamente usava a cobra em torno de seu pulso. É encontrada na África nas regiões do Senegal, Mali, Serra Leoa, Gana, Costa do Marfim, Libéria, Camarões, Nigéria entre outros países da região ocidental e central africana. As Balls Preferem pastagens, savanas e zonas escassamente arborizadas. Esses animais podem encontrar temperaturas que chegam a 50° e umidade mesmo na estação seca pode chegar a 80%. Hoje em dia a importação de Ball de regiões africanas para os EUA, diminuiu muito devido ao grande número de exemplares nos EUA e suas mais diversas mutações.
Elas podem se abrigar em tocas abandonadas de mamíferos e outros esconderijos subterrâneos. Em cativeiro, eles são considerados ótimos animais de estimação, por seu pequeno porte e natureza calma, tornando-a assim fácil de se manusear.
No habitat natural, a dieta das Balls consiste principalmente de pequenos mamíferos, como ratos das savanas africanas, musaranhos e os ratos listrado. Os exemplares mais jovens também têm sido conhecidos por se alimentar de pequenas aves. Pythons Ball que são capturadas tendem a ter grandes dificuldades de alimentação, rejeitando assim alimentos oferecidos como camundongos e mercol. Porém Balls de cativeiro aceitam muito bem ratos domésticos, tanto vivo quanto abatidos ou descongelados. O tamanho da presa oferecido a uma Ball deve ser igual ou ligeiramente maior que a largura da parte central de seu corpo.
As Balls são conhecidas por sua sensibilidade quanto a alimentação, sendo que a temperatura influencia bastante seu apetite. Por ser uma serpente de regiões bastante quentes a queda de temperatura pode causar a rejeição de alimento por semanas ou meses. Nestes casos deve-se tomar cuidado para que a cobra não tenha significativa parda de peso.
As Balls são serpentes ovíparas, podendo botar entre 3 à 11 grandes ovos, porém o mais comum é entre 4 à 6 ovos. Estes são incubados subterrâneamente quando em estado selvagem. A maturidade sexual é atingida em 12-18 meses para os machos e 24-36 meses para as fêmeas. A idade é apenas o primeiro fator na determinação da maturidade sexual e capacidade. O peso é o segundo fator. Os machos não deverão ter um peso inferior a 900gr. e as fêmeas não devem ter um peso inferior a 1,5 kg.

Lembrando que a criação de animais exóticos em cativeiro é proibida no Brasil.

A Píton-Real (Python regius) é uma espécie de cobra do gênero python.

Também conhecidas como Python Ball são uma espécie de Python encontrada na África. Trata-se de uma espécie não venenosa que é a menor espécie de Python, e é bastante popular no comércio de animal de estimação devido a sua natureza calma. Isto também é devido ao seu tamanho relativamente pequeno e variedade de cores surpreendentes. Há bem mais de 100 diferentes cores e padrões de mutação de python ball e muito mais são produzidos a cada ano. Com uma variedade tão grande de cores e padrões que os criadores e colecionadores vão ao delírio!

geralmente não crescem a mais de 90 cm à 1,20 m de comprimento, embora haja registro de que alguns exemplares chegaram a 1,52 m centímetros e até mesmo 1,82 m, mas isso é muito raro. As fêmeas tendem a ser ligeiramente maiores que os machos. As Ball são bem encorpadas, enquanto a cabeça é relativamente pequena. As escalas são lisas e ambos os sexos têm esporões anais em ambos os lados da abertura ou orificio. Os machos possuem esporas maiores que as fêmeas, mais adiante será detalhado este assunto.

O padrão de cor é normalmente preto com feixes dos lados marrom ou dourado e manchas dorsais. O ventre é branco ou creme que pode ou não incluir espalhadas em preto. No entanto, os criadores, por meio de reprodução seletiva, desenvolveram Mutações Genéticas altenando assim cores e padrões.

Porque Python Ball? Ball ou Bola, refere-se a tendência do animal de se enrolar, como uma bola, quando está estressado ou com medo, enrolando-se de forma bastante apertada quando ameaçada, com a sua cabeça e pescoço escondido no meio. Neste estado, ela pode literalmente rolar. A python royal nome (do latim “regius”) é baseado em parte da história que Cleópatra supostamente usava a cobra em torno de seu pulso. É encontrada na África nas regiões do Senegal, Mali, Serra Leoa, Gana, Costa do Marfim, Libéria, Camarões, Nigéria entre outros países da região ocidental e central africana. As Balls Preferem pastagens, savanas e zonas escassamente arborizadas. Esses animais podem encontrar temperaturas que chegam a 50° e umidade mesmo na estação seca pode chegar a 80%. Hoje em dia a importação de Ball de regiões africanas para os EUA, diminuiu muito devido ao grande número de exemplares nos EUA e suas mais diversas mutações.

Elas podem se abrigar em tocas abandonadas de mamíferos e outros esconderijos subterrâneos. Em cativeiro, eles são considerados ótimos animais de estimação, por seu pequeno porte e natureza calma, tornando-a assim fácil de se manusear.

No habitat natural, a dieta das Balls consiste principalmente de pequenos mamíferos, como ratos das savanas africanas, musaranhos e os ratos listrado. Os exemplares mais jovens também têm sido conhecidos por se alimentar de pequenas aves. Pythons Ball que são capturadas tendem a ter grandes dificuldades de alimentação, rejeitando assim alimentos oferecidos como camundongos e mercol. Porém Balls de cativeiro aceitam muito bem ratos domésticos, tanto vivo quanto abatidos ou descongelados. O tamanho da presa oferecido a uma Ball deve ser igual ou ligeiramente maior que a largura da parte central de seu corpo.

As Balls são conhecidas por sua sensibilidade quanto a alimentação, sendo que a temperatura influencia bastante seu apetite. Por ser uma serpente de regiões bastante quentes a queda de temperatura pode causar a rejeição de alimento por semanas ou meses. Nestes casos deve-se tomar cuidado para que a cobra não tenha significativa parda de peso.

As Balls são serpentes ovíparas, podendo botar entre 3 à 11 grandes ovos, porém o mais comum é entre 4 à 6 ovos. Estes são incubados subterrâneamente quando em estado selvagem. A maturidade sexual é atingida em 12-18 meses para os machos e 24-36 meses para as fêmeas. A idade é apenas o primeiro fator na determinação da maturidade sexual e capacidade. O peso é o segundo fator. Os machos não deverão ter um peso inferior a 900gr. e as fêmeas não devem ter um peso inferior a 1,5 kg.

Lembrando que a criação de animais exóticos em cativeiro é proibida no Brasil.

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